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O crescimento vendas on-line durante a pandemia

7 de setembro de 2020

Vendas on-line. O crescimento durante a pandemia

O ritmo de expansão do total de loja on-line no Brasil

Você já parou para validar sobre o crescimento de vendas on-line durante a pandemia no Brasil? O mundo virou de cabeça para baixo desde o aparecimento do coronavírus ㅡ desde então, 9 meses já se passaram.

Esse fato, junto da alta taxa de desemprego no Brasil, empreendedores do país passaram a investir cada vez no meio digital: são sites, perfis nas redes sociais e e-commerces novos a cada dia.

De acordo com a sexta edição da pesquisa “Perfil do E-Commerce Brasileiro”, feita pela PayPal (empresa de pagamentos) e pela BigData Corp (plataforma de análise de dados), o e-commerce no Brasil passou de 2,65% para 8,48% entre os sites brasileiros.

Além disso, outros dados coletados por meio de pesquisa, dessa vez pela Kearney, consultoria global de gestão estratégica, também apontam que os hábitos adquiridos durante o isolamento social trarão vantagens ao comércio do país, pois agora que as pessoas estão cada vez mais acostumadas a comprarem de maneira virtual, a tendência das vendas on-line é que elas permaneçam comprando dessa forma, por conta do conforto e da praticidade.

Com esse escopo, há de se dizer que os meios da vendas on-line não só cresceram, mas também vieram pra ficar. E a pergunta que te fazemos é a seguinte: a sua empresa já tem uma loja virtual própria?

Continue lendo o texto e entenda por que ela deve ter uma.

Definindo o e-commerce

Com tradução literal de “comércio eletrônico”, o e-commerce é uma plataforma de vendas on-line que visa abranger um público maior e mais diversificado, uma vez que democratiza o espaço em que está.

Em outras palavras, um e-commerce pode atender uma pessoa que more em qualquer região do Brasil, quiçá do mundo.

Apesar do alto crescimento nos últimos meses, o conceito de vendas on-line iniciou no ano de 1979, quando Michael Aldrich criou o primeiro sistema de processamento de transações entre empresa e consumidor ㅡ o famoso B2C.

Com seu funcionamento similar a uma loja física, o e-commerce consiste em uma vitrine on-line, lugar onde os produtos são expostos com seu devido valor e descrição.

Após escolher o que se quer comprar, a pessoa adiciona o produto ao carrinho e escolhe um meio de pagamento (boleto, cartão de crédito ou débito, transferência bancária e, em breve, o pix). Dependendo da localidade, há uma cobrança a parte referente ao frete.

Quanto às vantagens de possuir um negócio nesse modelo, a que mais se destaca é com relação à diminuição do custo. Por não precisar de um espaço físico, o empreendedor economiza com aluguel, contas fixas e funcionários com as vendas on-line.

No entanto, quando o negócio toma grandes proporções, uma equipe especializada no setor de vendas on-line precisa ser montada, a fim de sempre prestar o melhor serviço ao cliente e sua experiência com a compra. Mesmo sendo um espaço novo para a empresa, o bom atendimento não pode ficar de fora.

Ainda não está convencido em abrir um e-commerce? Então leia o nosso artigo Loja virtual: 5 motivos para abrir a sua e alavancar as vendas.

Os setores que mais se destacaram nos últimos 6 meses

No Brasil, várias empresas precisaram fechar as portas (mesmo que temporariamente) por conta da pandemia, que chegou ao país em março de 2020. Com isso, muitas delas optaram por abrirem uma loja virtual para não perderem a oportunidade de continuarem vendendo ㅡ prova disso é o crescimento de 40,7% dessas plataformas nos últimos 12 meses.

Ainda que o e-commerce seja possível para lojas de diferentes segmentos, alguns tiveram maior procura durante os últimos meses e, consequentemente, maior crescimento também. Segundo uma pesquisa realizada pela PayU, fintech e divisão de pagamentos digitais da Prosus, os setores que mais se destacaram foram:

  • Moda;
  • Utensílios domésticos;
  • Marketing multinível;
  • Streaming;
  • Telecomunicações;
  • Varejo.

Além desses, há a expectativa de que alguns outros também sejam propulsores no e-commerce, como o de alimentos, beleza e cuidados pessoais e itens para animais de estimação. Caso a previsão esteja correta, esses nichos podem faturar até R$ 250 bilhões até 2024.

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  • Por Booom Criative

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